quinta-feira, 2 de julho de 2015

CÂMARA DE VEREADORES DE PELOTAS OUTORGA TÍTULO DE CIDADÃO EMÉRITO A MAGISTRADO

 
 
A Câmara Municipal de Vereadores de Pelotas outorgará o titulo de Cidadão Emérito ao Magistrado Marcelo  Malizia Cabral, Diretor do Foro e Coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Pelotas, em Sessão Solene a ser realizada na próxima segunda-feira, 6 de julho, às 19h, no Plenário Bernardo Olavo Gomes de Souza, da Câmara de Vereadores de Pelotas, rua Quinze de Novembro, 207, Pelotas, RS.

A homenagem foi proposta pelo vereador Vitor Paladini em razão dos trabalhos realizados pelo Magistrado na Comarca de Pelotas, sendo acolhida e aprovada por unanimidade pelo Poder Legislativo.

De acordo com o proponente, o Magistrado é tido como referência em dedicação ao trabalho e na coordenação de ações que levam cidadania à comunidade, como o Projeto Ronda da Cidadania, os Casamentos Coletivos, a Campanha de Educação para a Paz e na implantação de serviços de pacificação social nos bairros e escolas de Pelotas, com a oferta de conciliação, mediação e justiça restaurativa.

Segundo Malizia a homenagem do Poder Legislativo mostra o acerto do Tribunal de Justiça do RS em conferir tratamento especial à cidadania e à pacificaão social. "Quero dedicar esta homenagem ao TJRS e à equipe de trabalho da Comarca de Pelotas que tive a oportunidade de liderar, que foi obstinada e incansável na realização dessas ações de interesse social", referiu o Magistrado.

O homenageado ainda disse que o desenvolvimento dos projetos que mereceram o reconhecimento dos parlamentares pelotenses somente foram possíveis em razão do apoio irrestrito da Corregedoria-Geral da Justiça, do Nucleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC) e da Presidência do Tribunal do Justiça do Rio Grande do Sul, a quem dedicou a honraria.
 
 
Currículo - O Juiz Marcelo Malizia Cabral graduou-se em Direito pela Universidade Federal de Pelotas, em agosto de 1994. No ano seguinte, foi aprovado em concurso público para Juiz de Direito. Atuou na Comarca de Pedro Osório de 1995 a 2007, quando foi promovido para a Comarca de Pelotas, onde jurisdiciona no Segundo Juizado da Primeira Vara Cível, coordena do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) e atualmente exerce a função de Diretor do Foro.

É especialista em Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas, RJ; especialista em Direitos Humanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade de Lisboa; mestre Administração Judiciária pela Fundação Getúlio Vargas, RJ; consultor interno do Plano de Gestão pela Qualidade do Poder Judiciário  no Tribunal de Justiça do Rio Grande do Sul; membro do Centro de Pesquisas Judiciário, Justiça e Sociedade, órgão da Escola Superior da Magistratura do Rio Grande do Sul e membro do Núcleo Permanente de Métodos Consensuais de Solução de Conflitos (NUPEMEC) do TJRS.

É professor do Curso de Direito da Universidade Católica de Pelotas (UCPEL) e professor convidado dos cursos de pós-graduação em direitos humanos e cidadania da Faculdade de Educação da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e da Universidade Federal do Pampa (UNIPAMPA).

Foi diretor dos departamentos de Cidadania e Direitos Humanos, de Valorização Profissional e de Coordenadorias da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul - AJURIS; coordenador Estadual da Associação Brasileira de Magistrados, Promotores de Justiça e Defensores Públicos da Infância e Juventude - ABMP; coordenador do Curso de Preparação à Magistratura da Escola Superior da Magistratura em Pelotas.

Recebeu Votos de Louvor da Associação dos Juízes do Rio Grande do Sul (2006 e 2007) e da Corregedoria-Geral da Justiça (2008) em razão de sua atuação profissional. Por esse mesmo motivo recebeu Moções de Honra ao Mérito e de Congratulações dos Poderes Legislativos dos Municípios de Pedro Osório (1997) e Amaral Ferrador (2009), Torres (2014) e foi condecorado com o título de Cidadão Cerritense pela da Câmara de Vereadores do município de Cerrito (2006).

Recebeu Menção Honrosa no II Prêmio Innovare: O Judiciário do Século XXI, honraria instituída pelo Ministério da Justiça em parceria com a Associação Brasileira de Magistrados e com a Fundação Getúlio Vargas, em razão do trabalho com egressos do sistema prisional (2005).

Coordenou o Projeto Cooperativa João-de-Barro no período de 2003 a 2007, integrante do Projeto Trabalho Para a Vida, da Corregedoria-Geral da Justiça, que garante trabalho para egressos do sistema prisional e jovens egressos do cumprimento de medidas socioeducativas de internação, prática vencedora do Prêmio Direitos Humanos 2005, na categoria defesa dos direitos humanos, promovido pela Assembléia Legislativa do Rio Grande do Sul, em conjunto com a Unesco e com a Fundação Maurício Sirotsky Sobrinho.

terça-feira, 2 de junho de 2015

"O RECOMEÇO CHEGOU PELO TRABALHO" - MATÉRIA DO JORNAL DIÁRIO POPULAR, DE PELOTAS, 29.5.2015

O Jornal Diário Popular, de Pelotas, RS, publicou matéria de capa e de duas páginas inteiras, na última sexta-feira, dia 29 de maio de 2015, sobre a Cooperativa João-de-Barro, projeto de responsabilidade social do Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul, integrante do projeto Trabalho para a Vida, da Corregedoria Geral da Justiça.

A Cooperativa foi criada em 27 de novembro de 2003 e até os dias de hoje está em funcionamento, gerando trabalho, renda e ressocialização a egressos do sistema prisional, no município de Pedro Osório.
 
Imagem gentilmente cedida pela equipe do Jornal Diário Popular.

quarta-feira, 7 de janeiro de 2015

SEGUNDO JUIZADO DA PRIMEIRA VARA CÍVEL DE PELOTAS COMEMORA VAZÃO PROCESSUAL DE 116% NO ANO DE 2014

O Segundo Juizado da Primeira Vara Cível de Pelotas, RS, superou a meta de celeridade estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça para o ano de 2014: “Meta 1: “Julgar quantidade maior de processos de conhecimento do que os distribuídos no ano corrente”.

No período de janeiro a dezembro de 2014, iniciaram no Juizado 2.189 processos e foram encerrados 2.539, o que representa um índice de vazão processual de 116%, com o que o número de processos em andamento no Juizado caiu de 4.151 (jan.14) para 3.811 (dez.14).
 
De acordo com Assessor do Juizado, Henrique Alam de Mello de Souza e Silva e com a Secretária, Ieda Terezinha Morsch,  os resultados apresentados indicam que a metodologia de trabalho adotada no Juizado está gerando resultados satisfatórios, porque conta com o engajamento dos servidores e estagiários, que juntamente com o Juiz de Direito, estão sempre buscando o aperfeiçoamento das atividades.

O magistrado responsável pelo Juizado, Marcelo Malizia Cabral, comemorou dizendo estar satisfeito com os números, especialmente porque acompanhados de importantes índices de satisfação dos usuários do Juizado.
 
O Juiz ainda destacou o envolvimento da equipe de trabalho em ações de responsabilidade social, como o Projeto Ronda da Cidadania e a Campanha de Educação para a Paz.
 
Homenagem - A equipe de trabalho do Segundo Juizado da Primeira Vara Cível da Comarca de Pelotas, RS, recebeu homenagem em razão dos bons resultados do trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2014.
 
A homenagem foi entregue durante confraternização de final de ano realizada nas dependências do Foro de Pelotas, ocasião em que o Assessor e a Secretária do Juizado, Henrique Alam de Mello de Souza e Silva e Ieda Terezinha Morsch, bem como os Estagiários Ari Bruno Brito Coelho, Stephanie Aniszewski e Thiago Mendes Saab receberam Portarias concessivas de Voto de Louvor.
 
Os atos, firmados pelo Juiz de Direito responsável pelas unidades, Marcelo Malizia Cabral, foram editados em razão do profissionalismo, da competência, da dedicação e da eficiência das equipes de trabalho.
 
O envolvimento das equipes de trabalho com a execução de ações de responsabilidade social do Poder Judiciário como o Projeto Ronda da Cidadania e a Campanha de Educação para a Paz também foi destacado pelo responsável pelos votos de louvor.
 
Os homenageados agradeceram o reconhecimento e destacaram a metodologia de trabalho adotada nas unidades, baseada no repeito mútuo, no diálogo, no monitoramento e na avaliação constante das atividades em regime de gestão compartilhada.
 
Também ressaltaram a importância da política de valorização permanente dos potenciais individuais e das habilidades coletivas da equipe, bem como a preocupação com o bem-estar social e com a melhoria da qualidade de vida de todos os colaboradores das unidades.
 
O método de trabalho - Desde que instalado, em outubro de 2007, o Segundo Juizado da Primeira Vara Cível de Pelotas está operando com o método de gestão compartilhada.
 
Todos os membros da equipe de trabalho encontram-se periodicamente para planejar, monitorar, avaliar e readequar rotinas de trabalho.

A qualidade de vida dos servidores, estagiários, voluntários e colaboradores também tem sido objeto de investimento, com a realização de atividades visando à sua melhoria.
 
Além disso, política de estabelecimento de metas de trabalho e de premiação pelo alcance de resultados positivos também constitui estratégia de melhoria na prestação dos serviços ofertados pelo Juizado à comunidade.
 
Contato - O atendimento no Segundo Juizado da Primeira Vara Cível é realizado de segundas a sextas-feiras, das 9h às 18h, na sala 706 do Foro de Pelotas, 7.º andar, na Avenida Ferreira Viana, n.º 1134, telefone 53-32794900, ramal 1735, e-mail frpelotas2jz1vciv@tj.rs.gov.br, disponibilizando-se, ainda, informações pelo blog jvcpel.blogspot.com.br

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

EQUIPES DE TRABALHO DO CEJUSC E DO SEGUNDO JUIZADO DA PRIMEIRA VARA CÍVEL DE PELOTAS RECEBEM HOMENAGEM


Equipes de Trabalho do Cejusc e do Segundo Juizado da Primeira Vara Cível de Pelotas
As equipes de trabalho do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) e do Segundo Juizado da Primeira Vara Cível da Comarca de Pelotas, RS, receberam homenagem em razão dos bons resultados do trabalho desenvolvido ao longo do ano de 2014.

As homenagens foram entregues durante confraternização de final de ano realizada na tarde do último dia 11 de dezembro, nas dependências do Foro de Pelotas, ocasião em que o Assessor e a Secretária do Juizado, Henrique Alam de Mello de Souza e Silva e Ieda Terezinha Morsch, a Gestora do CEJUSC, Marília Reis Gonçalves, a Voluntária Zeneida de Oliveira Cardoso de Aguiar e os Estagiários Ari Bruno Brito Coelho, Cíntia Maria da Silva Rosário, Nathália Cavalheiro da Cruz, Rafael Teixeira Tillmann, Stephanie Aniszewski e Thiago Mendes Saab, receberam Portarias concessivas de Voto de Louvor.

Os atos, firmados pelo Juiz de Direito responsável pelas unidades, Marcelo Malizia Cabral, foram editados em razão do profissionalismo, da competência, da dedicação e da eficiência das equipes de trabalho.

Ao justificar a honraria concedida, o Magistrado destacou a vazão processual do Juizado neste ano, superando a meta de celeridade estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça, bem assim a implantação de novos serviços à população pelo CEJUSC, tais como conciliação virtual e autocomposição de conflitos em escolas e Centros de Referência em Assistência Social com a oferta de conciliação, mediação e justiça restaurativa.

Malizia ainda considerou pesquisa de satisfação dos usuários de ambas as unidades, dando conta de satisfação superior a 90% quanto à receptividade, cortesia, confiabilidade e agilidade do atendimento prestado, bem como relativamente à confiabilidade e qualidade dos atos processuais e serviços disponibilizados à comunidade.

O envolvimento das equipes de trabalho com a execução de ações de responsabilidade social do Poder Judiciário como o Projeto Ronda da Cidadania e a Campanha de Educação para a Paz também foi destacado pelo responsável pelos votos de louvor.

Os homenageados agradeceram o reconhecimento e destacaram a metodologia de trabalho adotada nas unidades, baseada no repeito mútuo, no diálogo, no monitoramento e na avaliação constante das atividades em regime de gestão compartilhada.

Também ressaltaram a importância da política de valorização permanente dos potenciais individuais e das habilidades coletivas da equipe, bem como a preocupação com o bem-estar social e com a melhoria da qualidade de vida de todos os colaboradores das unidades.

Contatos – O atendimento no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Pelotas e no Segundo Juizado da Primeira Vara Cível é realizado de segundas a sextas-feiras, das 9h às 18h, na sala 706 do Foro de Pelotas, 7.º andar, na Avenida Ferreira Viana, n.º 1134, telefone 53-32794900, ramais 1737 e 1735, e-mails cejuscplt@tj.rs.gov.br e frpelotas2jz1vciv@tj.rs.gov.br, disponibilizando-se, ainda, informações pelos blogs conciliacaopelotas.blogspot.com.br e jvcpel.blogspot.com.br.

sexta-feira, 5 de dezembro de 2014

MEDIAÇÃO RESOLVE CONFLITO DE TRINTA ANOS E REAPROXIMA FAMILIARES, EM PELOTAS, RS

Família Portugal reaproxima-se e comemora sucesso da mediação. À direita, em pé, professora Simone e as mediadoras Ana Paula e Vanessa
Esperávamos há trinta anos este encontro!” Assim João Francisco Portugal definiu a sessão de mediação em que firmou o termo de acordo com os irmãos e os sobrinhos, realizada na tarde do último dia 1.º de dezembro, no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania (CEJUSC) da Comarca de Pelotas, RS.

O caso tratava de um imóvel de herança, e havia sido levado à justiça comum para a solução, mas sem tratativas possíveis.

Passadas mais de três décadas, dois herdeiros procuraram o Serviço de Atendimento Jurídico da Universidade Federal de Pelotas (SAJ-UFPel), no Rio Grande do Sul, a fim de poderem vender o imóvel de propriedade comum. “A questão era complicada. E, pela complexidade do processo, a solução litigiosa era quase impossível”, explica a professora Simone Tassinari Cardoso, do SAJ-UFPel, e também mediadora. Ela conta que já havia outras oportunidades, em duas ações, em que não foi possível a solução judicial.

A ausência da burocracia, a rapidez, e a certeza do sucesso a gente não consegue ter na via comum da Justiça, na audiência comum”, aliviou a herdeira e também advogada Emilene Portugal, que acabou adquirindo a casa. Ela ainda afirmou que o que mais lhe impressionou na mediação é “a informalidade levada a sério: cada um ter sua oportunidade de falar e ser ouvido, sem rigorismos, esse é o caminho para que muitos casos deem certo”.

Ao fim de três encontros, realizados no Foro da Comarca de Pelotas, os mediandos puderam refazer uma foto da família e fizeram questão de organizar uma rodada de agradecimentos, especialmente ao trabalho desenvolvido pelas mediadoras Vanessa Souza Silva e Ana Paula Henrique Campos. “É uma equipe dez! Não impõem as coisas: conversam, e fazem com que a gente entenda tudo bem direitinho, e pense o que deve fazer. A gente vê que elas são vocacionadas pra isso!”, pondera Santo Jesus de Lima Portugal.

Satisfeitas, as mediadoras classificaram o trabalho como gratificante. “Fomos as facilitadoras de um diálogo que estava marcado havia muito tempo. O início foi difícil, trancado. Mas depois se permitiram até abraços”, falou Vanessa. Emocionada, sua colega mediadora Ana Paula concluiu que “essa família é um exemplo de que o passado deve dar uma oportunidade para o diálogo, para as relações que o amor construiu”.

De acordo com o Juiz de Direito Coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Pelotas, Marcelo Malizia Cabral, “casos como este demonstram o poder da mediação em resolver conflitos e reaproximar as pessoas, promovendo a paz e o entendimento, missão primeira do Poder Judiciário”.

MediaçãoNa mediação, as pessoas envolvidas buscam tratamento para o conflito contando com a ajuda de um mediador, terceiro, que não tem poder de decisão, mas que facilita a comunicação na busca da construção autônoma de uma resposta que satisfaça as partes. Dentre suas vantagens estão a valorização da cidadania, o estabelecimento de clima de respeito entre os envolvidos, o reforço da cultura da paz, a prevenção e a redução da violência e a rapidez no tratamento do conflito.

Contato– O atendimento no Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Pelotas é realizado de segundas a sextas-feiras, das 9h às 18h, na sala 706 do Foro de Pelotas, 7.º andar, na Avenida Ferreira Viana, n.º 1134, telefone (53) 32794900, ramal 1737, blog conciliacaopelotas.blogspot.com.br, e-mail conciliamediaplt@tj.rs.gov.br.

segunda-feira, 17 de novembro de 2014

COMUNIDADE, ADVOGADOS E MAGISTRADOS PRESTIGIAM LANÇAMENTO LIVRO SOBRE ACESSO À JUSTIÇA

Advogados, Magistrados, acadêmicos de Direito, professores universitários e comunidade prestigiaram o lançamento da obra “A Garantia Fundamental de Acesso aos Tribunais: conteúdo, estrutura, limites e restrições”, de autoria do Magistrado Marcelo Malizia Cabral, eventos ocorridos nas Feiras do Livro de Porto Alegre e Pelotas nos últimos dias 14 e 15 de novembro.

No livro, Malizia defende a necessidade de criação de uma política pública nacional de tratamento adequado de conflitos, que contemple a conciliação, a mediação, a justiça restaurativa e a arbitragem como serviços públicos ofertados aos cidadãos para a solução de controvérsias, reservando-se a utilização do Poder Judiciário aos casos em que aqueles meios não frutifiquem.
Em Porto Alegre, Vice-Presidente a AJURIS, Gilberto Schäfer, prestigiou Malizia
Acadêmica de Direito da UCPel, Corina Zuchetto, prestigiou o professor Malizia
Professor da UCPel, Pedro Sorondo, prestigiou o colega Cabral
Advogada Magda Vaz Funari, de Pedro Osório, foi a Pelotas prestigiar o lançamento
Em Pelotas, Juízes João Garcez de Moraes Neto e Denise Dias Freire prestigiaram o lançamento



Sobre a obra - Organizada por Sergio Antonio Fabris Editor, a obra compreende dissertação elaborada pelo Magistrado como condição para a conclusão do curso de Mestrado em Direitos Fundamentais da Universidade de Lisboa, orientada pelo Professor Doutor José Alberto de Melo Alexandrino, apresentada na capital portuguesa e aprovada com distinção e recomendação de publicação pelo Júri, presidido pelo Professor Doutor Fausto de Quadros e integrado pelos Professores Doutores Cláudio Monteiro e Miguel Assis Raimundo.

O livro, prefaciado por José Alberto de Melo Alexandrino, examina a garantia fundamental de acesso aos tribunais sob o prisma dos direitos fundamentais, estabelecendo o seu conteúdo e estrutura, bem como os limites e restrições que comporta, passando, após, a discutir a conveniência de sua regulação como forma de otimização do acesso ao Poder Judiciário, agora com o enfoque da ciência da administração judiciária.

No texto, Malizia apregoa o estímulo e até mesmo a obrigatoriedade, em alguns casos, do direcionamento de determinados conflitos aos meios autocompositivos (conciliação, mediação e justiça restaurativa) como requisito ao acesso aos tribunais, bem como a desjudicialização de conflitos massificados e de pequeno valor econômico, com seu direcionamento para a arbitragem obrigatória como forma de otimizar, racionalizar e dar efetividade ao acesso à justiça e aos direitos fundamentais no Brasil.

Sobre o autor – Malizia é Juiz de Direito no RS e Coordenador do Centro Judiciário de Solução de Conflitos e Cidadania da Comarca de Pelotas; mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade de Lisboa; mestre em Administração Judiciária Fundação Getúlio Vargas/RJ; especialista em Direitos Humanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; especialista em Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas/RJ; professor do Curso de Direito da Universidade Católica de Pelotas e professor convidado dos cursos de pós-graduação em Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio Grande do Sul – UFRGS e de Cidadania e Direitos Humanos da Universidade Federal do Pampa.