Caro Visitante: Este blog foi criado para facilitar sua comunicação com o Poder Judiciário. Ficamos muito felizes com sua visita. Aqui você poderá conhecer a produtividade deste Juizado, suas decisões e falar conosco. Seja bem-vindo! Equipe de trabalho do Segundo Juizado da Primeira Vara Cível de Pelotas.
quarta-feira, 4 de setembro de 2013
JUSTIÇA DE PILCHA
Chega
mais um mês de setembro e o Rio Grande se veste com as cores de sua
bandeira e faz toda a questão de demonstrar seu amor e respeito às
boas e seculares tradições.
Os
gaúchos se trajam a rigor, com bombachas, botas e lenço no pescoço,
enquanto as prendas se enfeitam todas faceiras e exibem seus vestidos
rodados.
Orgulhamo-nos
de nosso chimarrão, de nossas vestes, de nossos campos, de nossa
história de perseverança na busca daquilo em que acreditamos e de
nosso espírito de irresignação frente às injustiças.
Nos
Centros de Tradições Gaúchas, o Rio Grande se encontra, se
reencontra e não se cansa de entoar seu hino e reverenciar seus bons
costumes.
Exatamente
em adesão a este espírito de congraçamento e na busca de
demonstrar que o gauchismo pode ser cultivado em qualquer ambiente, o
Poder Judiciário do Rio Grande do Sul, ao menos há uma década, tem
se pilchado no mês de setembro, realizando seus julgamentos
onde o povo se reúne e cultua suas tradições.
Ao
sabor de um mate bem amargo, com lenço no pescoço, dentro de um
galpão, de um CTG ou mesmo em praça pública e valendo-se de
expressões e versos típicos do Rio Grande, juízes, servidores,
advogados, defensores públicos, promotores de justiça e
colaboradores do sistema de justiça exercitam seu labor e
homenageiam a cultura gaúcha.
São
as audiências crioulas, audiências gaudérias, ou audiências
gaúchas, que a cada ano tomam mais fôlego Rio Grande afora,
permitindo que o Poder Judiciário e os lidadores do direito mostrem
à comunidade como se busca a realização de um direito, como
acontece uma audiência e como se julga um processo de modo
especialmente público, oportunizando um contato mais próximo,
aberto, direto e franco desta instituição pública com a sociedade
a que serve.
Deste
modo, fica o desejo de que a cada ano o Poder Judiciário ande mais
perto das pessoas e mostre a toda a comunidade, com orgulho e
respeito à cultura de seu povo, como se realizam seus atos, como se
ouve uma testemunha, como se julga um caso e, melhor ainda, que assim
proceda homenageando os bons costumes deste valoroso Rio Grande; que
julgue e concretize a justiça em um CTG, galpão, praça ou onde
estejam reunidos os gaúchos; que a beleza dos versos das petições,
dos pareceres e das sentenças suavizem o amargo do chimarrão e que
seja à moda gaúcha: que a justiça se realize de pilcha.
Denise
Dias Freire, José Luiz Leal Vieira, Marcelo Malizia
Cabral, Marilde Angélica Webber Goldschmidt, Marlene Marlei de
Souza e Osmar de Aguiar Pacheco, Juízes de Direito no Estado do Rio
Grande do Sul.
domingo, 7 de julho de 2013
TRIBUNAL DE JUSTIÇA E CONSELHO PENITENCIÁRIO DO RS PROMOVEM TRABALHO PARA PRESOS E EGRESSOS DO SISTEMA PRISIONAL
O Tribunal de Justiça e o Conselho Penitenciário do
Rio Grande do Sul promoveram audiência pública no Município de São Sepé, na
última sexta-feira, 5/7, nas dependências da Câmara Municipal de Vereadores,
versando sobre alternativas de trabalhos para presos e egressos do sistema
prisional.
A audiência integra uma série de ações
desenvolvidas pelo Conselho Penitenciário do RS e pelo Tribunal de Justiça em
atenção ao preso e ao egresso do sistema prisional e reuniu diversas lideranças
do município e do Estado que se comprometeram a desenvolver ações para o
fortalecimento da Cooperativa Esperança e que firmaram a Carta de São Sepé –
confira a íntegra ao fim.
Presenças – A
audiência pública foi presidida pelo Juiz de Direito Marcelo Malizia Cabral,
representando o Tribunal de Justiça do RS e contou com a presença da
Coordenadora do Programa Estadual de Egressos do Conselho Penitenciário do RS,
Nami Picetti, do Presidente da Cooperativa Esperança, Osório Nunes Portela, do
representante da Organização das Cooperativas do Rio Grande do Sul –
OCERGS-SESCOOP, Alexandre Dias Rodrigues, do Diretor Adjunto do Departamento de
Cooperativismo da Secretaria de Desenvolvimento Rural, Wellington Homrich dos
Santos, da representante da Secretaria de Desenvolvimento Rural do RS, Regina
Celis Dellagerisi, do representante da Defensoria Pública e do Conselho da
Comunidade da Comarca de São Sepé, José Salvador Cabral Marks, da Secretária de
Assistência Social e Habitação de São Sepé, Nadje Araújo Gonçalves da Fonseca,
do Presidente da Subseção da Ordem dos Advogados do Brasil de São Sepé, Paulo
Ricardo de Barros Coradini, do representante da Brigada Militar de São Sepé,
Adair da Rosa Stromm, além de lideranças da comunidade.
CARTA DE
SÃO SEPÉ
Os representantes das Instituições ao fim
relacionadas, reunidos em audiência pública proposta pelo Conselho
Penitenciário e pelo Tribunal de Justiça do Estado do Rio Grande do Sul,
resolvem editar a presente carta de intenções:
1 – Reconhecem a importância de se conferir
tratamento digno às pessoas privadas de liberdade e aos egressos do sistema
prisional.
2 – Afirmam a relevância social de se oportunizar
trabalho e renda às pessoas privadas de liberdade e aos egressos do sistema
prisional como forma de viabilizar usa emancipação social e vida digna.
3 – Confiam no trabalho e no cooperativismo social
como instrumentos de inserção social, dignidade, redução de criminalidade e
reincidência.
4 – Comprometem-se a envidar todos os esforços e
desenvolver ações concretas de modo a possibilitar o trabalho às pessoas
privadas de liberdade e aos egressos do sistema prisional na Comarca de São
Sepé.
São Sepé, 5 de julho de 2013.
CONSELHO PENITENCIÁRIO DO RIO GRANDE DO SUL.
TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO RIO GRANDE DO SUL.
COOPERATIVA ESPERANÇA.
ORGANIZAÇÃO DAS COOPERATIVAS DO RIO GRANDE DO SUL.
SECRETARIA DE DESENVOLVIMENTO RURAL DO RS.
DEFENSORIA PÚBLICA DO ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL.
CONSELHO DA COMUNIDADE DE SÃO SEPÉ.
ORDEM DOS ADVOGADOS DO BRASIL, SUBSEÇÃO DE SÃO
SEPÉ.
SECRETARIA DE ASSISTÊNCIA SOCIAL E HABITAÇÃO DE SÃO
SEPÉ.
BRIGADA MILITAR DE SÃO SEPÉ.
sábado, 23 de março de 2013
MAGISTRADO DEFENDE REFORMA NO SISTEMA DE RESOLUÇÃO DE CONFLITOS BRASILEIRO
O direcionamento obrigatório de
conflitos de natureza patrimonial para a conciliação e a mediação como
requisito ao acesso aos tribunais e a desjudicialização de conflitos massificados
e de pequeno valor econômico, com seu direcionamento para a arbitragem
obrigatória, foram algumas das recomendações apresentadas pelo magistrado
Marcelo Malizia Cabral em sua dissertação de mestrado, como forma de otimizar,
racionalizar e dar efetividade ao acesso à jurisdição e aos direitos
fundamentais no Brasil.
Essas e outras conclusões constam da
dissertação elaborada pelo magistrado como condição para a conclusão do curso
de Mestrado em Direitos Fundamentais da Universidade de Lisboa, apresentada na
capital portuguesa no último dia 12 de março e aprovada com distinção e
recomendação de publicação pelo júri, presidido pelo Professor Doutor Fausto de
Quadros e integrado pelos Professores Doutores Cláudio Monteiro e Miguel Assis
Raimundo.
O trabalho, orientado pelo Professor
Doutor José Alberto de Melo Alexandrino, recebeu o título “A garantia
fundamental de acesso aos tribunais: anotações sobre seu conteúdo, estrutura,
limites e restrições”, propõe-se a examinar o conteúdo da garantia fundamental
de acesso aos tribunais, bem como os limites e restrições que comporta.
Sobre o autor – Malizia é Juiz
de Direito no RS; mestre em Direitos Fundamentais pela Universidade de Lisboa; mestre
em Administração Judiciária Fundação Getúlio Vargas/RJ; especialista em
Direitos Humanos pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul; especialista
em Poder Judiciário pela Fundação Getúlio Vargas/RJ; professor do Curso de
Direito da Universidade Católica de Pelotas e professor convidado do curso de
pós-graduação em Educação em Direitos Humanos da Universidade Federal do Rio
Grande do Sul - UFRGS.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2013
SEGUNDO JUIZADO DA PRIMEIRA VARA CÍVEL DE PELOTAS APRESENTA RESULTADOS DE 2012
O
Segundo Juizado da Primeira Vara Cível de Pelotas, RS, superou a
meta de celeridade estabelecida pelo Conselho Nacional de Justiça
para o ano de 2012: “Julgar quantidade igual a de processos de
conhecimento distribuídos em 2012 e parcela do estoque, com
acompanhamento mensal”.
No
período de janeiro a dezembro de 2012, iniciaram no Juizado 2.057
processos e foram encerrados 2.107, o que representa um índice de
vazão processual de 102,43%,
com o que o número de processos em andamento no Juizado caiu de
2.848 (jan.12) para 2.798 (dez.12).
Além
desses números, no mesmo período foram realizadas 120 audiências e
proferidas 1.389 decisões terminativas e sentenças.
De
acordo com Assessor do Juizado, Henrique Alam de Mello de Souza e
Silva, “os resultados apresentados indicam que a metodologia de
trabalho adotada no Juizado está gerando resultados satisfatórios,
porque conta com o engajamento dos servidores e estagiários, que
juntamente com o Juiz de Direito, estão sempre buscando o
aperfeiçoamento das atividades".
O magistrado responsável pelo Juizado, Marcelo Malizia Cabral, comemorou dizendo estar satisfeito com os números, especialmente porque acompanhados de importantes índices de satisfação dos usuários do Juizado.
Malizia
considerou pesquisa de satisfação dos usuários (advogados e
partes), dando conta de mais de 95% de aprovação do trabalho do
Juizado quanto à receptividade, cortesia, confiabilidade e agilidade
do atendimento prestado pela unidade, bem como relativamente à
confiabilidade e qualidade dos atos processuais.
O
Juiz ainda destacou o envolvimento da equipe de trabalho em ações
de responsabilidade social, como o Projeto Ronda da Cidadania e a
Campanha de Educação para a Paz.
Blog
- A íntegra da produtividade do Juizado está disponível à
comunidade no blog da unidade, no endereço jvcpel.blogspot.com, onde
também são encontrados seu horário de atendimento e contatos.
O
método de trabalho - Desde que
instalado, em outubro de 2007, o Segundo Juizado da Primeira Vara
Cível de Pelotas está operando com o método de gestão
compartilhada.
Todos os membros da equipe de trabalho
encontram-se semanalmente para planejar, monitorar, avaliar e
readequar rotinas de trabalho.
A
qualidade de vida dos
servidores, estagiários, voluntários e colaboradores também tem
sido objeto de investimento, com a realização de atividades visando
à sua melhoria.
Além
disso, política de estabelecimento de metas de trabalho e de
premiação pelo alcance de resultados positivos também constitui
estratégia de melhoria na prestação dos serviços ofertados pelo
Juizado à comunidade.
sábado, 8 de dezembro de 2012
Depoimento da estagiária Paloma Vieira Zanette
Afora as atribuições que realizo diariamente, possuo,
também, como benefício, a convivência com pessoas que contribuem
significativamente para o meu trabalho. Certamente meu desempenho não seria o
mesmo, se não tivesse o assessor Henrique a me orientar, além dos colegas Ramão
e Ieda que, sempre que necessário, auxiliam-me no desenvolvimento das
atividades que me foram designadas.
Estou feliz
por pertencer a essa equipe, e por aprender que a atuação do Poder Judiciário vai
além dos autos judiciais. O compromisso com a sociedade, materializado nos
projetos sociais – como a ronda da cidadania, da qual pude participar – e no
estímulo à solução conciliatória dos conflitos, consagra o papel significativo
desempenhado pela Justiça Gaúcha, dando-me a certeza de ter escolhido o lugar
certo para desenvolver meu estágio.
CONHEÇA A PRODUTIVIDADE DO JUIZADO NO MÊS DE NOVEMBRO DE 2012
Processos que existiam no início do mês
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Processos iniciados no mês
|
Processos
encerrados no
mês |
Processos
Restantes
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Sentenças de mérito
|
Demais sentenças e decisões
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2797
| 161
| 129
| 2829
| 52
| 54
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